A
17 de julho de 1996, é criada por Angola, Brasil, Cabo Verde,
Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe a
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. No ano de 2002, após
conquistar independência, Timor-Leste foi acolhido como país
integrante.
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domingo, 17 de julho de 2016
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
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terça-feira, 12 de julho de 2016
Unificação Ortográfica da Língua Portuguesa
A
12 de julho de 1945, é inaugurada, na Academia de Ciências de
Lisboa, a Conferência Inter-académica Luso-brasileira da Língua
Portuguesa, a fim de debater a unificação ortográfica do idioma
comum aos dois países. O acordo daqui resultante acabaria por ser
adotado apenas por Portugal, através do decreto n.º 35 228, de 8
de dezembro de 1945.

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sexta-feira, 18 de março de 2016
D. João IV
Filho de D. Teodósio, duque de Bragança e de D. Ana Velasco, casou em 1633 com D. Luísa de Gusmão, espanhola da casa de Medina Sidónia.
Em 1638, os conjurados da Revolução de 1640 tinham procurado obter a aceitação de D. João para uma revolta contra Espanha. Mas as hesitações, ou cautelas, do duque fizeram levantar a hipótese de se conseguir o regresso do infante D. Duarte, solução que falhou, tendo-se mesmo encarado a instauração de uma república, nos moldes da das Províncias Unidas.
A verdade é, que depois da sua aclamação como rei a 15 de dezembro de 1640, todas as hesitações desapareceram e D. João IV fez frente às dificuldades com um vigor que muito contribuiu para a efetiva restauração da independência de Portugal. Da atividade global do seu reinado, deveremos destacar o esforço efetuado na reorganização do aparelho militar - reparação das fortalezas das linhas defensivas fronteiriças, fortalecimento das guarnições, defesa do Alentejo e Beira e obtenção de material e reforços no estrangeiro; a intensa e inteligente atividade diplomática junto das cortes da Europa, no sentido de obter apoio militar e financeiro, negociar tratados de paz ou de tréguas e conseguir o reconhecimento da Restauração; a ação desenvolvida para a reconquista do império ultramarino, no Brasil e em Africa; a alta visão na escolha dos colaboradores; enfim, o trabalho feito no campo administrativo e legislativo, procurando impor a presença da dinastia nova.
Quando morreu, o reino não estava ainda em segurança absoluta, mas D. João IV tinha-lhe construído umas bases suficientemente sólidas para vencer a crise. Sucedeu-lhe D. Afonso VI, seu segundo filho.
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domingo, 18 de outubro de 2015
António José da Silva
A
18 de outubro de 1739, morre, em Lisboa, queimado num auto de fé
levado a cabo pela Inquisição, António José da Silva, dramaturgo
e escritor português nascido no Brasil. Embora fosse judeu, teve de
se afirmar como Cristão-Novo, devido à perseguição que Portugal
fazia, na época, a todas as pessoas da religião judaica. "Anfitrião", de 1736, e "Guerras
do Alecrim e Manjerona", de 1737 são duas das suas obras mais conhecidas.
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sexta-feira, 20 de março de 2015
Tratado de Santo Ildefonso
Tratado
assinado entre os soberanos de Portugal e Espanha a 1 de outubro de
1777, em Santo Ildefonso (Espanha), que de certa maneira reafirmava
os pontos constantes do Tratado de Madrid. Os dois países acordaram
no estabelecimento dos limites das suas colónias na América do Sul.
Portugal cedeu a colónia do Sacramento, as missões da margem
esquerda do Rio Uruguai e a soberania sobre o Rio da Prata. A
Portugal foi restituída a Ilha de Santa Catarina (Brasil).
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014
A Fuga
A
27 de novembro de 1807, a família real portuguesa, acompanhada da
respetiva corte, embarca para o Brasil, por ocasião das invasões
francesas. A frota, comandada pelo vice-almirante Manuel da Cunha
Souto Maior, far-se-á ao mar a 29 de novembro, um dia antes da
chegada a Lisboa do General francês Junot à frente de um exército
com cerca de 26 mil homens. Sem
condições militares para enfrentar os franceses, o príncipe
regente de Portugal, D. João, resolveu transferir a corte portuguesa
para sua mais importante colónia, o Brasil. Contou, neste
empreendimento, com a ajuda dos aliados ingleses.
Nos
catorze navios, além da família real, viajaram centenas de
funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte
portuguesa. Levaram também muito dinheiro, obras de arte,
documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor.
Após
uma forte tempestade, alguns navios foram parar a S. Salvador e
outros à cidade do Rio de Janeiro e é aqui que se instala a corte
portuguesa. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram despejados
para que os imóveis fossem usados pelos funcionários do governo.
Este facto gerou, num primeiro momento, muita insatisfação e
transtorno na população da capital brasileira.
No ano de
1818, a mãe de D. João, D. Maria I, faleceu e D. João tornou-se
rei. Passou a ser chamado de D. João VI, rei do Reino Unido a
Portugal e Algarves.
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sábado, 18 de outubro de 2014
António José da Silva
A
18 de outubro de 1739, morre, em Lisboa, queimado num auto de fé
levado a cabo pela Inquisição, António José da Silva, dramaturgo
e escritor português nascido no Brasil. Embora fosse judeu, teve de
se afirmar como Cristão-Novo,
devido à perseguição que Portugal fazia, na época, a todas as
pessoas da religião judaica.
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
A Guerra Peninsular
A
Guerra Peninsular, também conhecida em Portugal como as Invasões
Francesas e em Espanha como Guerra da Independência Espanhola,
sucedeu no início do século XIX, entre 1807 e 1814 na Península
Ibérica, inserindo-se nas chamadas Guerras Napoleónicas. A
princípio, envolveu Espanha e França, de um lado; Portugal e Reino
Unido da Grã-Bretanha e Irlanda, do outro. Porém, a guerra teve
repercussões além da Europa, influindo na independência das
colónias da América Latina. Sob o comando do General Junot, as
tropas francesas entram em Espanha a 18 de outubro de 1807, tendo
atingido a fronteira portuguesa a 20 de novembro. A 30 do mesmo mês,
chegam a Lisboa. A Família Real e a corte portuguesa haviam fugido,
no dia anterior, para o Brasil, a bordo de uma esquadra naval,
protegida por naus britânicas, e levando consigo cerca de 15 mil
pessoas, deixando o governo do território europeu de Portugal nas
mãos de uma regência, com instruções para não resistir aos
invasores. Ficava, assim, vazio de conteúdo o decreto de Napoleão
dando como banida a Casa de Bragança do trono de Portugal. A 1 de agosto de 1808, com o desembarque de tropas britânicas na Figueira
da Foz, comandadas pelo Duque de Wellington e a sua posterior junção
às forças de Bernardino Freire, comandante do exército português
em Montemor-o-Velho, tem início a guerra Peninsular.
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sexta-feira, 6 de junho de 2014
D. João III - O Piedoso
Nos
primeiros anos do seu reinado, D. João III continuou com uma
política de expansão, o que resultou em os portugueses serem os
primeiros europeus a atingirem a China e o Japão. No entanto, par
que Portugal pudesse continuar na posse e administração dos locais
por si descobertos, era necessário enviar constantemente homens e
embarcações a esses locais, o que ficava muitíssimo caro. Além
disso, com o reforço do império Otomano, os turcos começaram a
atacar o monopólio comercial português na Índia. Por isso, D. João
III decidiu abandonar diversas praças comerciais do Norte de África,
que eram alvo constante dos ataques dos muçulmanos.
Para
contrabalançar estas perdas, D. João III avança com a exploração
e o povoamento do Brasil através do sistema de capitanias. Mais
tarde, visto que o Brasil era constantemente alvo de ataques de
outras nações europeias, ele decide criar aí o cargo de governador
geral para o qual destaca Tomé de Sousa.
Com
Espanha, ele promoveu uma série de alianças através de casamentos,
casando ele próprio com D. Catarina, dando D. Isabel como esposa a
Carlos V e D. Maria a Filipe II, assegurando assim a paz entre estes
dois povos vizinhos.
Com
França, D. João III manteve-se neutro no que diz respeito à guerra
com Espanha, mas manteve-se firme contra os ataques dos corsários
franceses.
Com
Roma, D. João III consegue um fortalecimento das relações por
introduzir em Portugal a Inquisição (que já havia sido pedida
anteriormente por
D.
Manuel I)
e com a adesão do clero português à Contra-reforma.
Com
a Inglaterra, a Flandres e os países do Báltico, D. João III
intensificou as relações comerciais.
A
nível cultural, com o apoio de D. João III, Portugal aderiu à
cultura humanista. Nas letras, sobressaíram-se Gil
Vicente,
Garcia de Resende, Sá de Miranda, Bernardim Ribeiro, João de Barros
e principalmente Luís
de Camões.
Nas ciências destacaram-se Pedro Nunes e Garcia de Orta.
Na
educação, D. João III atribuiu bolsas de estudo a vários jovens
portugueses em países estrangeiros, transferiu definitivamente a
Universidade para Coimbra, tornou-se o fundador de diversos colégios,
e ainda, admitiu e apoiou os Jesuítas em Portugal, de forma a
alargar o ensino pelo país.
É
debaixo do reinado de João III que são enviados os primeiros
missionários portugueses para a evangelização dos povos das terras
administradas por Portugal. Desses destacaram-se São Francisco
Xavier, enviado para o Oriente, e o padre Manuel da Nóbrega que foi
enviado para o Brasil.
Apesar
de ser um homem muito religioso (daí o cognome Piedoso), D. João
III é descrito por muitos como um homem infeliz, visto que tendo
sido pai de dez filhos, viu todos estes morrerem ainda enquanto era
vivo, o que punha em causa a sucessão ao trono.
No
entanto, um dos seus filhos, o príncipe D. João, viveu ainda o
tempo suficiente para se casar e dar à luz um filho, vindo a falecer
quando a sua esposa estava prestes a dar à luz D.
Sebastião,
que nasceu em janeiro de 1554.
Hoje,
podemos encontrar o túmulo de D. João III no Mosteiro dos
Jerónimos.
segunda-feira, 10 de março de 2014
Clarissa
Em "Clarissa", Erico Veríssimo apresenta o retrato da vida quotidiana urbana do
Rio Grande do Sul, Brasil, na década de 30. Nesse contexto, o autor
possui como foco a classe média com os seus anseios, vitórias e
fracassos. A história é centralizada numa menina, Clarissa, que vem
de Jacarecanga (cidade imaginária) para Porto Alegre morar com a tia
Eufrasina, a fim de estudar e formar-se professora para depois voltar
à terra natal. Assim, o mundo é revelado pela perspetiva da
protagonista que, com uma conceção de mundo adolescente, vai
descobrindo as coisas e as pessoas à sua volta: a esposa infiel, o
músico contemplativo, a tia conservadora, a viúva e o seu filho
mutilado ...
Livro de Erico Veríssimo
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