Mostrar mensagens com a etiqueta frança. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta frança. Mostrar todas as mensagens

domingo, 10 de julho de 2016

É normal que ganhe Portugal

Portugal tem tudo a favor: joga em casa do adversário, com um público contra, um árbitro contra (já o vimos na semifinal) e o ex-chefe da casa de apostas, Platini contra.
Tem também contra toda a crítica desportiva europeia, que vê no futebol da França a quintessência, embora a Roménia os tenha assustado, tal como a Albânia e a Alemanha bailou diante deles, antes e depois de uma grande penalidade suspeita.
A crítica francesa está com nojo de Portugal porque, dizem, é aborrecido, certamente arrebatados com o jogo francês nos meinhos nos treinos; Rothen, um medíocre, fala mal de Portugal e o exemplo de desportivismo, Henry – o mão da vergonha –  também subestima Portugal; e o que dizer da crítica espanhola? A Croácia tornou-se a melhor seleção quando venceu a Espanha, mas três dias depois defraudou as expectativas. É que Portugal tinha-os vencido. Transmutação semelhante aconteceu com o País de Gales, da excelência à vulgaridade, segundo os críticos, depois de passar pelo filtro português.
Os jogadores portugueses não são os melhores, ainda que alguns de segunda linha brilhem na Liga francesa; nem são mediáticos, mas são bons, alguns muito bons e um extraordinário. Com tal desprezo e o pouco que acompanha a sorte dos campeões, é normal que ganhe Portugal.
Javier Martin, jornalista do diário desportivo espanhol As

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Teixeira Gomes

Foi o 7º Presidente da 1ª República.
Nasceu a 27 de maio de 1860, em Vila Nova de Portimão. Era filho de José Libânio Gomes e de Maria da Glória Teixeira Gomes.
Além de proprietário abastado, o pai dedicava-se ao comércio de frutos secos em larga escala, sendo um homem muito viajado, instruído em França, onde assistiu à revolução de 1848, advogava princípios republicanos, chegando a ser cônsul da Bélgica no Algarve.
Teixeira Gomes casou com Belmira das Neves, oriunda de famílias modestas de pescadores e tiveram duas filhas.                                                                                             
Morreu em 18 de outubro de 1941, em Bougie, na Argélia.

Bolo Aniversário Clássico

domingo, 24 de abril de 2016

Gliese 581 c

A 24 de abril de 1997, astrónomos de Portugal, França e Suíça anunciam ter descoberto um planeta orbitando na zona habitável do sistema da estrela anã vermelha Gliese 581. Batizado Gliese 581 c, esta “Super Terra”, com um valor estimado de diâmetro cinquenta por cento maior que o da Terra, situa-se a 20,5 anos-luz de distância, aproximadamente 180 trilhões de Quilómetros. É o primeiro planeta possivelmente habitável encontrado fora do sistema solar.

Sobremesa: cocada mole da vó Izabel (Foto: Rogério Voltan)

sexta-feira, 25 de março de 2016

Tratado de Roma

A 25 de março de 1957, a Alemanha Ocidental, a Bélgica, a França, a Holanda, a Itália e o Luxemburgo assinam o Tratado de Roma, instituindo a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a Comunidade Europeia da Energia Atómica (Euratom).

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A Questão Alemã

Após a derrota da Alemanha, Berlim foi dividida, em junho de 1945, em quatro setores, ocupados respetivamente por franceses, britânicos, americanos e soviéticos, tendo toda a área urbana da antiga capital germânica ficado dentro da zona de ocupação soviética. Esta situação produziu inúmeros incidentes entre o Ocidente e a União Soviética. Em novembro de 1958, a União Soviética considera nulos os direitos de ocupação da cidade pelos outros três países e propõe que esta seja declarada livre e desmilitarizada. Para resolver esta questão alemã, os ministros dos negócios estrangeiros dos quatro países ocupantes iniciam, a 13 de julho de 1959, conversações em Genebra. Esta Conferência terminará a 5 de agosto, sem se alcançar resultados positivos.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Pablo Picasso

O artista espanhol Pablo Picasso (25/10/1881-8/4/1973) destacou-se em diversas áreas das artes plásticas: pintura, escultura, artes gráficas e cerâmica. Picasso é considerado um dos mais importantes artistas plásticos do século XX.

Nasceu na cidade espanhola de Málaga. Fez os seus estudos na cidade de Barcelona, porém trabalhou, principalmente em França. Desde a infância que o seu talento para o desenho e artes plásticas começou a dar nas vistas.

As suas obras podem ser divididas em várias fases, de acordo com a valorização de certas cores. A fase Azul (1901-1904) foi o período com predomínio dos tons de azul. Nesta fase, o artista dá uma atenção toda especial aos elementos marginalizados pela sociedade. Na Fase Rosa (1905-1907), as cores rosa e vermelho predominam e as suas obras ganham uma conotação lírica. Recebe influência do artista Cézanne e desenvolve o estilo artístico conhecido como cubismo. O marco inicial deste período é a obra "Les Demoiselles d'Avignon" (1907), cuja característica principal é a decomposição da realidade humana.

 Em 1937, no auge da Guerra Civil Espanhola ( 1936-1939), pinta o seu mural mais conhecido: "Guernica". Esta obra já pertence ao expressionismo e mostra a violência e o massacre sofridos pela população da cidade de Guernica.

 Na década de 1940, volta ao passado e pinta diversos quadros retomando as temáticas do início da sua carreira. Neste período, passa a dedicar-se a outras áreas das artes plásticas: escultura, gravação e cerâmica. Já na década de 1960, começa a pintar obras de arte de outros artistas famosos: "Le Déjeuner sur l´herbe" de Manet e "Las Meninas" do artista plástico Velázquez, são exemplos deste período.

Já com 87 anos, Picasso realiza diversas gravuras, retomando momentos da juventude. Nesta última fase da sua vida, aborda as seguintes temáticas: a alegria do circo, o teatro, as tradicionais touradas e muitas passagens marcadas pelo erotismo. Morreu em 1973 numa região perto de Cannes, em França.

sábado, 30 de maio de 2015

Joana D`Arc

Joana D’arc nasceu em França em 1412 e morreu em 1431. Foi uma importante personagem da história francesa, durante a Guerra dos Cem Anos (1337-1453), quando o seu país enfrentou a rival Inglaterra. Joana D’arc foi canonizada em 1920.

A história da vida desta heroína francesa é marcada por factos trágicos. Quando era criança, presenciou o assassinato de membros da sua família por soldados ingleses que invadiram a vila onde morava. Com 13 anos de idade, começou a ter visões e a receber mensagens, que ela dizia ser dos santos Miguel, Catarina e Margarida. Nestas mensagens, ela era orientada a entrar para o exército francês e ajudar o seu reino na guerra contra a Inglaterra. 

Motivada pelas mensagens, cortou o cabelo bem curto, vestiu-se de homem e começou a fazer treino militar. Foi aceite no exército francês, chegando a comandar tropas. As suas vitórias importantes e o reconhecimento que ganhou do rei Carlos VII despertaram a inveja noutros líderes militares da França. Estes começaram a conspirar e diminuíram o apoio a Joana D’arc.

Em 1430, durante uma batalha em Paris, foi ferida e capturada pelos borgonheses que a venderam aos ingleses. Foi acusada de praticar feitiçaria, devido às suas visões, e condenada a morte na fogueira. Foi queimada viva na cidade de Rouen, em 1431.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

O Positivismo

O Positivismo é uma corrente de pensamento filosófico, sociológico e político que surgiu em meados do século XIX em França. A principal ideia do positivismo é a de que o conhecimento científico devia ser reconhecido como o único conhecimento verdadeiro.
O principal idealizador do movimento positivista foi o pensador francês Auguste Comte (1798-1857), ganhando destaque internacional entre a segunda metade do século XIX e o início do XX. Segundo o positivismo, as superstições, religiões e demais ensinos teológicos devem ser ignorados, pois não colaboram para o desenvolvimento da humanidade.

De acordo com os princípios de Comte, as primeiras ideias do que viria a ser o Positivismo surgiram como uma ramificação do Iluminismo, a partir das crises sociais que explodiram na Europa no fim da Idade Média e com a chamada "sociedade industrial", marcada pela Revolução Francesa.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

1º de Maio

1 de maio é o Dia do Trabalhador, data da primeira manifestação de 500 mil trabalhadores nas ruas de Chicago e numa greve geral em todos os Estados Unidos, em 1886. Três anos depois, em 1891, o Congresso Operário Internacional convocou, em França, uma manifestação anual, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. A primeira acabou com 10 mortos, em consequência da intervenção policial. São os factos históricos que transformaram 1 de maio no Dia do Trabalhador. Até 1886, os trabalhadores jamais pensaram exigir seus direitos, apenas trabalhavam.
Em Portugal, os trabalhadores assinalaram o 1.º de Maio logo em 1890, o primeiro ano da sua realização internacional. Mas as ações do Dia do Trabalhador limitavam-se inicialmente a alguns piqueniques de confraternização, com discursos pelo meio, e a algumas romagens aos cemitérios em homenagem aos operários e ativistas caídos na luta pelos seus direitos laborais.
Com as alterações qualitativas assumidas pelo sindicalismo português no fim da Monarquia, ao longo da 1ª República transformou-se num sindicalismo reivindicativo, consolidado e ampliado. O 1.º de Maio adquiriu também características de ação de massas. Até que, em 1919, após algumas das mais gloriosas lutas do sindicalismo e dos trabalhadores portugueses, foi conquistada e consagrada na lei a jornada de oito horas para os trabalhadores do comércio e da indústria.
Mesmo no Estado Novo, os portugueses souberam tornear os obstáculos do regime à expressão das liberdades. As greves e as manifestações realizadas em 1962, um ano após o início da guerra colonial em Angola, são provavelmente as mais relevantes e carregadas de simbolismo. Nesse período, apesar das proibições e da repressão, houve manifestações dos pescadores, dos corticeiros, dos telefonistas, dos bancários, dos trabalhadores da Carris e da CUF. No dia 1 de Maio, em Lisboa, manifestaram-se 100 000 pessoas, no Porto 20 000 e em Setúbal, 5000.
Ficarão, como marco indelével na história do operariado português, as revoltas dos assalariados agrícolas dos campos do Alentejo, que tiveram o seu grande impulso no 1.º de Maio de 62. Mais de 200 mil operários agrícolas, que até então trabalhavam de sol a sol, participaram nas greves realizadas e impuseram aos agrários e ao governo de Salazar a jornada de oito horas de trabalho diário.
Claro que  o 1.º de Maio mais extraordinário realizado até hoje, em Portugal, com direito a destaque certo na história, foi o que se se realizou oito dias depois do 25 de Abril de 1974.


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Maria Sklodowska

A 7 de novembro de 1867, nasce, em Varsóvia, capital da Polónia, a cientista Maria Sklodowska. Tendo ido viver para França, assume, após o casamento, o apelido do marido, passando a ser conhecida por Marie Curie. Recebeu o Prémio Nobel da Física em 1903 e o Prémio Nobel da Química em 1911.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A Guerra Peninsular

A Guerra Peninsular, também conhecida em Portugal como as Invasões Francesas e em Espanha como Guerra da Independência Espanhola, sucedeu no início do século XIX, entre 1807 e 1814 na Península Ibérica, inserindo-se nas chamadas Guerras Napoleónicas. A princípio, envolveu Espanha e França, de um lado; Portugal e Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda, do outro. Porém, a guerra teve repercussões além da Europa, influindo na independência das colónias da América Latina. Sob o comando do General Junot, as tropas francesas entram em Espanha a 18 de outubro de 1807, tendo atingido a fronteira portuguesa a 20 de novembro. A 30 do mesmo mês, chegam a Lisboa. A Família Real e a corte portuguesa haviam fugido, no dia anterior, para o Brasil, a bordo de uma esquadra naval, protegida por naus britânicas, e levando consigo cerca de 15 mil pessoas, deixando o governo do território europeu de Portugal nas mãos de uma regência, com instruções para não resistir aos invasores. Ficava, assim, vazio de conteúdo o decreto de Napoleão dando como banida a Casa de Bragança do trono de Portugal. A 1 de agosto de 1808, com o desembarque de tropas britânicas na Figueira da Foz, comandadas pelo Duque de Wellington e a sua posterior junção às forças de Bernardino Freire, comandante do exército português em Montemor-o-Velho, tem início a guerra Peninsular.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O Estado Sou Eu

Absolutismo é um regime político em que apenas uma pessoa exerce poderes absolutos, amplos poderes, onde só ela manda, geralmente um rei ou uma rainha. Absolutismo foi um período entre os séculos XVI e XVIII  e começou na Europa.
Através do absolutismo, os monarcas tinham o poder para criar leis sem aprovação da sociedade e de criar impostos e tributos que financiassem os seus projetos ou guerras. Muitas vezes, um Rei absoluto envolvia-se em temas religiosos, chegando muitas vezes a controlar o clero.
Muitas vezes o absolutismo é confundido com uma doutrina conhecida como "Direito Divino dos Reis", que o poder e a autoridade dos reis vinham diretamente de Deus. De igual forma, de acordo com essa doutrina, um rei só poderia ser destituído por Deus. Existe também um diferenciação entre absolutismo e despotismo, sendo que este último é quase como uma corrupção do absolutismo, onde o rei age sem nenhuma preocupação. 
O absolutismo começou no final do período medieval e o início da modernidade. Apareceu no momento de transição entre essas épocas, que também foi chamada de monarquia absolutista. Muitos filósofos desta época desenvolveram teorias sobre o regime, como Maquiavel, em “O Príncipe”, Thomas Hobbes em "O Leviatã” etc.
O absolutismo era um grande benefício para a classe burguesa que apoiava o Rei no poder. Desta forma, os comerciantes patrocinavam os projetos do Rei e como recompensa eram beneficiados nos negócios do Estado.
Diversos países da Europa passaram pelo regime absolutista. A França foi governada pelo Rei Luís XIV, o mais célebre absolutista francês, conhecido como "Rei Sol", que ficou famoso pela sua célebre frase "O Estado sou eu", o Rei Henrique VIII, na Inglaterra, assim como a Rainha Elizabeth. Em Portugal, o poder conferido ao reis não era absoluto, por ser dividido com as cortes e outras entidades soberanas. No entanto, o poder conferido aos reis foi aumentando com o passar do tempo, o que se verificou no reinado do Rei João V. Na Espanha, o rei Fernando de Aragão casou com a Rainha Isabel de Castela, havendo então a unificação do reino espanhol. Esta unificação deu origem ao período de absolutismo na Espanha.

Com o surgimento do Iluminismo e com os ideais defendidos pela Revolução Francesa, o absolutismo chegou ao seu fim, foi substituído em muitos países pela República, ficando conhecido como "Antigo Regime". No entanto, antes da sua queda, e tendo em conta as muitas críticas que lhe eram apontadas, o absolutismo tentou uma espécie de reforma através do despotismo esclarecido.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

CEE

Em 12 de junho de 1985 Portugal assinou o tratado de adesão à Comunidade Económica Europeia (CEE). O primeiro-ministro Mário Soares liderou a comitiva que formalizou, no Mosteiro dos Jerónimos, a entrada do país no projeto europeu. 

Portugal atravessava uma grave crise financeira, acentuada pela recessão da economia mundial. Após a revolução de 25 de Abril de 1974, e a perda do mercado colonial, mantinha uma grande dependência externa. É nesse contexto que o país se aproxima do mercado europeu, fazendo o pedido de adesão à CEE em 1977. É só na década seguinte que esse pedido se concretiza em simultâneo com a Espanha, naquele que foi o terceiro alargamento do grupo europeu.

A Comunidade Económica Europeia faz parte do processo de formação do que hoje é a União Europeia, que teve na sua origem, a intenção de fomentar o progresso económico, a liberdade e uma paz duradoura entre os estados vizinhos da Europa.
Teve início em 1950 na Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) com seis países fundadores: Alemanha, Bélgica, Itália, França, Luxemburgo e os Países Baixos, que deram os primeiros passos para a união dos países da Europa.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Joana D´Arc

Joana D’Arc nasceu em França em 1412 e morreu em 1431. Foi uma importante personagem da história francesa, durante a Guerra dos Cem Anos (1337-1453), quando o seu país enfrentou a rival Inglaterra. Joana D’arc foi canonizada em 1920.

A história da vida desta heroína francesa é marcada por factos trágicos. Quando era criança, presenciou o assassinato de membros da sua família por soldados ingleses que invadiram a vila em que morava. Com 13 anos de idade, começou a ter visões e receber mensagens, que ela dizia ser dos santos Miguel, Catarina e Margarida. Nestas mensagens, ela era orientada a entrar para o exército francês e ajudar o seu reino na guerra contra a Inglaterra.

Motivada pelas mensagens, cortou o cabelo bem curto, vestiu-se de homem e começou a fazer treinos militares. Foi aceite no exército francês, chegando a comandar tropas. As suas vitórias importantes e o reconhecimento que ganhou do rei Carlos VII despertaram a inveja noutros líderes militares. Estes começaram a conspirar e diminuíram o apoio de Joana D’arc.

Em 1430, durante uma batalha em Paris, foi ferida e capturada pelos borgonheses que a venderam aos ingleses. Foi acusada de praticar feitiçaria em consequência das suas visões e condenada a morte na fogueira. Foi queimada viva na cidade de Rouen, no dia 30 de maio de 1431.